Mercado de Ações

Sobre a BM&FBOVESPA:

A BM&FBOVESPA S.A. – Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros foi criada em 2008 com a 
integração entre a Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F) e a Bolsa de Valores de
São Paulo (BOVESPA). Juntas, as companhias formam uma das maiores bolsas do mundo em
valor de mercado, a segunda das Américas e a líder no continente latino-americano.
No cenário global, em que acompanhar a velocidade das transformações torna-se um 
diferencial competitivo, a BM&FBOVESPA apresenta atraentes opções de investimento 
com custos de operação alinhados ao mercado.
Segurança & Garantias:

A BM&FBOVESPA exerce, em defesa do interesse dos investidores, um rigoroso 
acompanhamento de todas as transações, o que assegura elevados padrões éticos 
no cumprimento dos negócios realizados. Com a finalidade de oferecer o 
máximo de segurança nas operações realizadas em seu sistema de negociação, 
a BM&FBOVESPA as acompanha minuciosamente. Além disso, exige limites
e garantias para a execução dessas operações.

A CBLC administra o risco que essas operações podem associar aos mercados, 
estabelecendo limites operacionais para os Agentes de Compensação; estes, 
por sua vez, às Corretoras; e as mesmas a seus clientes. 

A BM&FBOVESPA Supervisão de Mercados (BSM) mantém e administra o Mecanismo de
Ressarcimento de prejuízos, com a finalidade exclusiva de assegurar aos investi-
dores o ressarcimento de prejuízos decorrentes da ação ou omissão de Participante
e Agente de Compensação ou de Custódia, ou de seus administradores, empregados 
ou prepostos, especialmente nas seguintes hipóteses: 

- inexecução ou infiel execução de ordens; - uso inadequado de numerário e 
de valores mobiliários ou outros ativos, inclusive em relação a operações 
de financiamento ou de empréstimo de valores mobiliários; - entrega ao investidor
de valores mobiliários ou outros ativos ilegítimos ou de circulação restrita; - 
inautenticidade de endosso em valores mobiliários ou outros ativos, ou ilegitimidade 
de procuração ou documento necessário à sua transferência; - intervenção ou decretação
 de liquidação extrajudicial pelo Banco Central do Brasil; e encerramento das atividades.
A reposição está limitada a R$ 60.000,00 por
investidor e as operações realizadas no Mercado de Balcão Organizado administrado pela 
BVSP não contam com a proteção desse mecanismo. 

O que é o Índice Bovespa?

 O Índice Bovespa é o mais importante indicador do desempenho médio das cotações 
do mercado de ações brasileiro. Sua relevância advém do fato do Ibovespa retratar 
o comportamento dos principais papéis negociados na BM&FBOVESPA e também de sua 
tradição, pois o índice manteve a integridade de sua série histórica e não sofreu
modificações metodológicas desde sua implementação em 1968. É o valor atual, em moeda
corrente, de uma carteira teórica de ações constituída em 02/01/1968 (valor-base: 
100 pontos), a partir de uma aplicação hipotética*. Supõe-se não ter sido efetuado nenhum
 investimento adicional desde então, considerando-se somente os ajustes efetuados em 
decorrência da distribuição de proventos pelas empresas emissoras (tais como reinversão
de dividendos recebidos e do valor apurado com a venda de direitos de subscrição, e 
manutenção em carteira das ações recebidas em bonificação). Dessa forma, o índice reflete
 não apenas as variações dos preços das ações, mas também o impacto da distribuição dos 
proventos, sendo considerado um indicador que avalia o retorno total de suas ações componentes.
 (*) O Índice sofreu, unicamente para efeito de divulgação e sem prejuízo de sua metodologia
de cálculo, as seguintes adequações: 1– divisão por 100, em 03/10/1983; 2– divisão por 10,
 em 02/12/1985; 3– divisão por 10, em 29/08/1988; 4– divisão por 10, em 14/04/1989; 5– divisão
por 10, em 12/01/1990; 6– divisão por 10, em 28/05/1991; 7– divisão por 10, em 21/01/1992;
8– divisão por 10,em 26/01/1993; 9– divisão por 10, em 27/08/1993; 10– divisão por 10, 
em 10/02/1994; 11 – divisão por 10, em 03/03/1997. Extremamente confiável e com uma 
metodologia de fácil acompanhamento pelo mercado, o Índice Bovespa representa fielmente 
o comportamento médio das principais ações transacionadas, e o perfil das negociações à 
vista observadas nos pregões da BOVESPA. 
Qual a finalidade do IBOV?

A finalidade básica do Ibovespa é a de servir como indicador médio do 
comportamento do mercado. Para tanto, sua composição procura aproximar-se
 o mais possível da real configuração das negociações à vista (lote-padrão)
na BOVESPA. Representatividade do Ibovespa 
• Em termos de liquidez: 

As ações integrantes da carteira teórica do Índice Bovespa respondem por 
mais de 80% do número de negócios e do volume financeiro verificados 
no mercado à vista (lote-padrão) da BOVESPA.
• Em termos de capitalização bursátil: 

As empresas emissoras das ações integrantes da carteira teórica do Índice 
Bovespa são responsáveis, em média, por aproximadamente 70% do somatório da
capitalização bursátil de todas as empresas com ações negociáveis na BOVESPA.

Divulgação Acompanhamento:
A BOVESPA calcula seu índice em tempo real, considerando os preços dos
últimos negócios efetuados
no mercado à vista (lote-padrão) com ações componentes de sua carteira.

Sua divulgação é feita pela rede de difusão da BOVESPA e também retransmitida
por uma série de "vendors", sendo possível, dessa forma, acompanhar "on line"
seu comportamento em qualquer parte do Brasil ou do mundo.
Transparência:

	Uma metodologia de cálculo simples, com seus dados à disposição do público
investidor, assegura uma grande confiabilidade ao Índice Bovespa. Isto pode ser
constatado pela chancela do mercado, traduzida pelo fato do Ibovespa ser o único 
dos indicadores de performance de ações brasileiras a ter um mercado futuro líquido
 (um dos maiores mercados de contrato de índice do mundo).

Mercado de Ações: Fundamentos e Definições
Introdução 

Quanto mais desenvolvida é uma economia, mais ativo é o seu mercado de 
capitais, o que se traduz em mais oportunidades para as pessoas, empresas
e instituições aplicarem suas poupanças. Ao abrir seu capital, uma empresa
encontra uma fonte de captação de recursos financeiros permanentes.
A plena abertura de capital acontece quando a empresa lança suas ações 
ao público, ou seja, emite ações e as negocia nas bolsas de valores. E você, 
ao adquirir ações, passa a ser também sócio da empresa - um acionista

O que é uma Companhia Aberta?

	Uma companhia é considerada aberta quando promove a colocação de 
valores mobiliários em bolsas de valores ou no mercado de balcão. São 
considerados valores mobiliários: ações, bônus de subscrição, debêntures, 
partes beneficiárias e notas promissórias para distribuição pública. 

• Ações: títulos nominativos negociáveis que representam, para quem as possui, 
uma fração do capital social de uma empresa.
• Bônus de subscrição: títulos nominativos negociáveis que conferem ao 
seu proprietário o direito de subscrever ações do capital social da companhia
emissora, nas condições previamente
definidas. 

• Debêntures: títulos nominativos negociáveis representativos de dívida de 
médio/longo prazos contraída pela companhia perante o credor, neste caso
chamado debenturista. 

• Outros títulos menos usuais: partes beneficiárias e notas promissórias
para distribuição
pública com ampla divulgação. 

As operações de abertura de capital precisam ter autorização da Comissão
de Valores Mobiliários (CVM), o órgão fiscalizador do mercado de capitais
brasileiro, o qual também registra e autoriza a emissão dos valores mobiliários 
para distribuição pública. 

As companhias abertas devem atender a diversos requisitos, definidos na Lei das S.As. 
e nas regulamentações da CVM, com o objetivo de garantir a confiabilidade
das informações e demonstrações financeiras divulgadas. O mercado considera
que a plena abertura de capital ocorre quando há o lançamento de ações ao público, 
em função das transformações impostas à empresa e pelo incremento no volume de
negócios com seus títulos.
O que são Ações?
	Ações são títulos nominativos negociáveis que representam, 
para quem as possui, uma fração do capital social de uma empresa. 
Ação é um pedacinho de uma empresa.
Com um ou mais pedacinhos da empresa, você se torna sócio dela.

Quais são os tipos de ação?
As ações podem ser: 

• ordinárias, que concedem àqueles que as possuem o poder de voto nas assembléias deliberativas da 
companhia; ou 

• preferenciais, que oferecem preferência na distribuição de resultados 
ou no reembolso do capital em caso de liquidação da companhia, não concedendo
o direito de voto, ou restringindo-o. 

As ações, ordinárias ou preferenciais, são sempre nominativas, originando-se
 do fato a notação ON ou PN depois do nome da empresa. 

As ações também podem ser diferenciadas por classes: A, B, C ou alguma 
outra letra que apareça após o "ON" ou o "PN". As características de cada
classe são estabelecidas pela empresa emissora da ação, em seu estatuto social.
Essas diferenças variam de empresa para empresa, portanto, não é possível fazer
uma definição geral das classes de ações.
O que são dividendos?

Uma empresa deve dividir os lucros com seus acionistas. Essa parcela 
direcionada aos detentores de ações é conhecida como dividendo. Ou seja, 
os dividendos correspondem à parcela de lucro distribuída aos acionistas, na
proporção da quantidade de ações detida, apurado ao fim de cada exercício social.
 O estatuto social de uma companhia pode estabelecer o dividendo mínimo a ser 
distribuído, desde que não seja inferior a 25% de seu lucro líquido ajustado. 
Caso não haja previsão no estatuto social, o dividendo obrigatório deve 
corresponder, no mínimo, à metade do lucro líquido ajustado.

Quando uma empresa vai bem, ela divide os lucros com quem tem suas ações.

Isso são dividendos.

O que são Bonificações?
As bonificações correspondem à distribuição de novas ações para os atuais 
acionistas. Excepcionalmente pode ocorrer a distribuição de bonificação 
em dinheiro.
Como funcionam as Subscrições de novas ações?
Os acionistas têm ainda preferência na compra de novas ações emitidas ou 
direito de preferência na subscrição. Além de garantir a possibilidade 
de manter a mesma participação no capital total, esse direito pode significar
ganho adicional, dependendo das condições do lançamento. Por fim, se não exercido,
o direito pode ser vendido a terceiros.

 	O que são os Mercados Primário e Secundário?
	O Mercado Primário compreende o lançamento de novas ações no mercado, 
com aporte de recursos à companhia. 

Uma vez ocorrendo o lançamento inicial ao mercado, as ações passam a ser
negociadas no Mercado Secundário, que compreende as bolsas de valores e 
os mercados de balcão (mercados onde são negociadas ações e outros ativos,
geralmente de empresas de menor porte e não sujeitas aos procedimentos especiais de 
negociação). 

Operações como a colocação inicial, junto ao público, de grande lote de 
ações detido por um acionista podem caracterizar operações de abertura de 
capital, exigindo registro na CVM. Apesar da semelhança com o mercado primário,
os recursos captados vão para o acionista vendedor (e não para a companhia), 
determinando, portanto, uma distribuição no Mercado Secundário.

O que são Bolsas de Valores?

	São locais que oferecem condições e sistemas necessários para a 
realização de negociação de compra e venda de títulos e valores mobiliários 
de forma transparente. Além disso tem atividade de auto-regulação que visa
preservar elevados padrões éticos de negociação, e divulgar as operações
executadas com rapidez, amplitude e detalhes.

O que são Corretoras de Valores?

São instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central e pela Comissão
de Valores Mobiliários (CVM). Executam operações de compra e venda de 
ações ou de derivativos na Bolsa, em nome de seus clientes. Há várias Corretoras 
aptas a negociarem em nome de seus clientes na BOVESPA.

Elas podem ajudar você a escolher as melhores opções de investimento, 
de acordo com o seu perfil, já que elas contam com profissionais especializados
em análise de mercado, de setores da economia e de companhias. Por acompanharem 
o mercado o tempo todo, avaliando os principais acontecimentos, as empresas que 
estão progredindo e os fatores que podem gerar mudanças de cenário, as Corretoras
prestam um serviço essencial aos investidores. 

Corretora de Valores é a instituição que compra e vende ações para você.

Quem são os Investidores?
	São indivíduos ou instituições que aplicam recursos em busca de ganhos a 
médio e longo prazos, que operam nas Bolsas por meio de Corretoras e distribuidoras 
de valores, as quais executam suas ordens e recebem corretagens pelo seu serviço.
Investidores são os clientes das Corretoras.

 	Mercados a Vista e de Derivativos:

As operações na Bolsa podem ser efetuadas nos seguintes mercados: 

• a Vista, no qual compradores e vendedores estabelecem um preço para um lote de 
ações a ser entregue e pago no prazo determinado, atualmente D+3; 

• a Termo, no qual as partes fixam um preço para a liquidação físico-financeira 
da ação em prazo futuro determinado; 

• de Opções de compra ou venda, no qual as partes negociam o direito de 
comprar/vender a ação a preço e prazo futuro determinados; e 

• Futuro, no qual ocorre a compra ou venda de ação a um preço acordado entre as 
partes para liquidação em data futura específica.
 Como escolher uma Ação?

As ações com o objetivo de obter ganho(s) a médio e longo prazos, em oposição 
a resultados imediatos, 
podem ser divididas em:
• "blue chips" ou de 1ª linha - são ações de grande liquidez (grande quantidade 
de negócios) e procura no mercado de ações por parte dos investidores, em geral de
empresas tradicionais, de grande porte/âmbito nacional e excelente reputação; 
• de 2ª linha - são ações um pouco menos líquidas, de empresas de boa qualidade, 
em geral de grande e médio portes; • de 3ª linha - são ações com pouca liquidez, 
em geral de companhias de médio e pequeno portes (porém, não necessariamente de menor 
qualidade), cuja negociação caracteriza-se pela descontinuidade;
 	A Dinâmica das Operações em Bolsa:

Execução 

O intermediário financeiro (Corretora) dispõe de profissionais especializados, 
capacitados a dar orientações sobre investimentos, receber ordens dos investidores 
e transmiti-las aos operadores qualificados por ele que têm acesso ao sistema 
de negociação das Bolsas. Existe ainda a possibilidade do investidor dar sua 
ordem de compra ou venda de uma ação, via Internet, usando o site de sua Corretora 
(Home Broker). Nesse caso, o investidor estará enviando sua ordem diretamente ao 
sistema da Bolsa. 
Liquidação:

Executada a ordem de compra/venda de uma ação, ocorre a liquidação física e 
financeira, processo pelo qual se dá a transferência da propriedade dos títulos
e o pagamento/recebimento do montante financeiro envolvido, dentro do calendário
específico estabelecido pela Bolsa para cada mercado. No mercado a vista, vigora
o seguinte fluxo de liquidação: D+0 - dia da operação; 

D+1 - prazo para os intermediários financeiros (Corretoras) especificarem 
as operações por eles executadas junto à Bolsa; 

D+2 - entrega e bloqueio dos títulos para liquidação física da operação, 
caso ainda não estejam na custódia da CBLC; 

D+3 - liquidação física e financeira da operação. 

A liquidação é realizada por empresas de compensação e liquidação de negócios, 
que podem ser ligadas à Bolsa ou independentes. 

A BOVESPA utiliza a CBLC - Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia para 
liquidar as operações realizadas em seus mercados. 

As Corretoras da BOVESPA e outras instituições financeiras são os Agentes de
Compensação da CBLC, 
responsáveis pela boa liquidação das operações que executam para si ou 
para seus clientes.

 	Por que empresas lançam ações na bolsa de valores?
	Quando uma empresa está interessada em captar novos recursos para investir 
em crescimento
e modernização a médio e longo prazo, recorrer a um empréstimo pode ser 
uma das formas de consegui-lo. Porém, é também uma opção de custo elevado, 
devido aos altos juros cobrados. 

O lançamento de ações na Bolsa de Valores (abrir o capital a novos sócios, 
em inglês "IPO" Inicial Public Offering) é uma alternativa para arrecadar capital,
por meio do qual a empresa fica livre dos juros dos bancos e financeiras. Cada comprador
desses papéis, por menor que seja, está se tornando um novo sócio, pois está 
investindo capital próprio na sua estruturação. À medida que obtém lucro, este também 
é repassado proporcionalmente aos acionistas. Com esse processo, a companhia ganha, 
pois cresce e tem a chance de aumentar seu faturamento e ganhar novos mercados, 
e os investidores lucram com esse ganho. 

Obviamente, existem muitas exigências a serem cumpridas para tal, o que
garante que apenas empresas sólidas, promissoras e transparentes se 
lancem ao mercado.
Entendendo Nome e Códigos de Ações:
O código dos ativos da BM&FBOVESPA é formado de acordo com a empresa emissora, 
o mercado onde o mesmo é negociado, entre outros parâmetros. Abaixo os mercados:

-Mercado à Vista;

-Mercado Fracionário

-Opções

 	MERCADO A VISTA:

É aquele que maioria dos investidores iniciantes confundem com a própria 
BM&FBOVESPA. Isso porque é nele que são negociados as ações e direitos 
relacionados à empresas listada.

Exemplo: PETR4

PETR: É a empresa emissora. Neste caso, a empresa é a Petrobras. Todos os ativos
da Petrobras negociados na BM&FBOVESPA terão este mesmo prefixo.

4: É o tipo da ação/direito. No caso, trata-se de uma ação preferencial (PN).
Todas as ações negociados no mercado à vista são codificadas da forma acima. 
Tipos diferentes de ativos recebem números diferentes, de acordo com a 
lista abaixo:

1 – direitos relacionados a ações ordinárias. Por exemplo, PETR1 pode
ser o direito de subscrição (compra) de uma ação ON da Petrobras dentro 
de um preço e prazo pré-determinado.

2 – idem ao anterior, porém se aplica a ações preferenciais (PN).

3 – ações ordinárias (ON)= dão direito a voto em assembléias. 

4 – ações preferenciais(PN) = oferecem preferência na distribuição de resultados 
ou no reembolso do capital em caso de liquidação da companhia.

5, 6, 7 e 8 – classes especiais de PNs. Estas ações são chamadas de PNA, PNB, PNC
e PND, respectivamente. Por exemplo, USIM6 – Usiminas PNB.

9 – recibo de direitos sobre ações ordinárias. Ativo que comprova direitos de 
subscrição sobre ações ON, por exemplo.

10 - idem ao anterior, porém se aplica a ações preferenciais (PN).

 	Também podem ser seguidos da letra B (por exemplo: TMAC3B). Isso 
significa que o ativo está admitido para negociação no Mercado de Balcão 
Organizado da BM&FBOVESPA (um mercado onde os negócios são fechados de maneira
ligeiramente diferente).

11 - Units não são ações(propriamente ditas), mas um grupo de outros ativos 
negociados em conjunto. Units também são conhecidas como “certificados de 
depósito de ações”. Note que units podem conter ações, recibos etc. em quantidades
arbitrária. Contate o RI(relação com investidor) da empresa emissora para saber quais
ativos e quantidades compõe suas units. 
MERCADO FRACIONÁRIO:
Onde as ações são compradas “avulsas”, sem serem em lotes fechados. 
No mercado fracionário, os códigos são os mesmos que o mercado à vista,
porém os ativos recebem o sufixo “F”. Exemplos: PETR4F, VALE5F, UBBR11F etc.

Por serem avulsas, algumas custam mais do que se fossem compradas em lotes fechados.

MERCADO DE OPÇÕES:
São contratos que garantem o direito de compra ou venda de uma determinada ação
dentro de um prazo estipulado, a um valor prefixado. Esse produto foi criado p/
Hedge (garantir um valor), mas muitos usam p/ especular. Onde ganha-se muito e rápido,
e perde-se muito, mais rápido ainda.
É nesse mercado (junto com o mercado a termo) que há possibilidade de perder tudo, 
por isso não é aconselhado p/ inexperientes, gananciosos e jogadores (a não ser que
sintam uma vontade irresistivel de perder tudo).

Significado dos códigos:

Após o código do emissor, encontra-se a letra q designa o tipo e o mês de 
vencimento da opção:

Mês / Opção de compra / Opção de venda
Janeiro A / M
Fevereiro B / N
Março C / O
Abril D / P
Maio E / Q
Junho F / R
Julho G / S
Agosto H / T
Setembro I / U
Outubro J / V
Novembro K / W
Dezembro L / X

Ex: VALEK54 (opção de compra da Cia. Vale "do Rio Doce", com vencimento em novembro).
Após o tipo/mês de expiração da opção, aparecem 2 números que, em geral, designam
o preço-alvo (strike) teórico de exercício da opção.

Você não deve operar tendo como certo que os 2 números do código BM&FBOVESPA
das opções são o preço-alvo.
Eles podem dar uma idéia do preço-alvo, mas isso não é regra. Por exemplo,
o valor de exercício das opções sofre ajustes com a distribuição d proventos 
e/ou desdobramentos/agrupamentos que ocorrerem no período. A opção do exemplo 
acima pode ter um preço-alvo um pouco menor q R$54,00.

 	Por que o dólar sobe quando a bolsa cai?
 	De forma simplificada, o que acontece é o seguinte: quando o mercado de 
ações passa por um período de instabilidade, o valor dos papéis sobe e desce 
imprevisivelmente. Como não sabem se a cotação das ações que possuem vai subir ou 
descer, os investidores preferem comprar dólares e desfazer-se dos papéis. O dólar
é um investimento muito mais seguro, já que a moeda americana não tem a mesma chance
de se desvalorizar do que as ações de uma empresa – que pode, por exemplo,
falir e causar prejuízos enormes.
Quando os investidores tiram dinheiro da bolsa – o que provoca sua queda –
muitos correm para comprar dólares. A alta procura eleva a cotação da
moeda americana.

O que faz a Bolsa oscilar?
Se olharmos para dentro do mecanismo de compra e venda de papéis na 
Bolsa de Valores, vamos notar que o que faz os preços subirem ou descerem 
(volatilidade) é a alta ou baixa quantidade de compradores
e vendedores, respectivamente, ou seja, se muitas pessoas estiverem interessadas
em comprar ações da EMBRAER (Empresa Brasileira de Aeronáutica S.A.), o número
de compradores será maior do que o de vendedores. Estes poucos, sabendo que a 
procura pelo seu papel é alta, só vão aceitar abrir mão dele por um bom preço. 
Então, lançam preços de venda mais altos, forçando a cotação do papel para cima. 

O inverso também ocorre durante as quedas. É a lei da oferta e da procura. 
Quando a procura é maior, o preço sobe; e quando a oferta é maior, o preço desce. 
Esse movimento é ilustrado como a briga dos touros, que representam a força compradora;
e dos ursos, que representam a força vendedora. O movimento citado acima ocorre durante todo
o pregão, sessão em que são realizados os negócios nas Bolsas de Valores. 

Os preços se movem em busca do ponto de equilíbrio, ou seja, da aproximação de interesses
entre o número
 de compradores e vendedores. Esse é o mecanismo de funcionamento da Bolsa.

Como é cobrado o Imposto de Renda – IR?

	A tributação é feita em bases mensais, ou seja: o ganho apurado, 
considerando todas as vendas de um mês (somadas), sofre a tributação pelo IR, à alíquota de 15%.
O imposto apurado deverá ser recolhido até o último dia útil do mês subseqüente.
No caso de ganhos com operações day trade, a alíquota do IR é de 20%. (1% já fica na 
fonte e os outros 19% tens q pagar depois).

O código de arrecadação é 6015.

Quando o investidor realizar a compra de mesma ação por preços diferentes, 
o custo unitário é calculado pela média ponderada.
É importante considerar que o ganho só se verifica quando o investidor vende 
ações (mais de R$20mil no mês). Ele é o resultado positivo entre o valor de venda 
das ações e seu custo de aquisição.

Há um limite de isenção de R$ 20.000,00 sobre o montante das vendas de ações, 
no mercado à vista, durante cada mês. Ou seja, se em um determinado mês as 
vendas não excederam R$ 20.000,00, o eventual ganho apurado com tais vendas é 
isento do Imposto de Renda.

Complementando e realçando sobre o IR:
	- A famosa isenção de 20.000 só vale para o mercado à vista (ou seja, 
não se aplica ao mercado de opções, futuros e termo) 

- Não há isenção nenhuma para qualquer tipo de daytrade. 

- Você só pode compensar prejuízos de daytrade com lucros no daytrade 

- Você só pode compensar prejuízos de operações não-daytrade com lucros em 
operações não-daytrade 

- Você pode compensar prejuízos de qualquer mercado com os resultados de qualquer
outro mercado (por exemplo, compense o que ganhou nas ações com o que perdeu 
nas opções). Só não vale misturar daytrade com não-daytrade. 

- Você pode (e deve!) descontar os custos de corretagem e emolumentos do preço 
dos ativos que adquiriu, a fim de apurar o lucro certo. Depois explico isso melhor. 

- Você pode (e deve!) descontar o IRRF (Imposto de renda retido na font). 
Pegue o IRRF total do mês e desconte do imposto consolidado (daytrade + não daytrade)
a pagar. Se no mês houver prejuízo, acumule o IRRF para descontar no mês seguinte. 
Se a diferença entre IRRF e o imposto a pagar for positiva, acumule o IRRF para
o mês seguinte. 

- Não confunda IRRF com IR. Um é maçã, outro é banana. Só se misturam 
na salada final.

 	O que é Day-trade?
 	Fazer um day trade significa comprar e vender, no mesmo dia, 
a mesma quantidade de títulos de uma empresa, utilizando para isso a mesma 
Corretora e também o mesmo Agente de Compensação. Exemplo:
você compra ou vende um certo número de ações por um preço, acompanha a 
variação da cotação daquele papel ao longo do dia e inverte a posição vendendo 
ou comprando no mesmo dia. E a diferença do preço de compra para o preço de venda,
 multiplicado pela quantidade das ações (considerando também as taxas da operação
e os impostos), é o resultado do day trade.

 	O que é Swing-trade e como operar?

• Swing trader, é uma operação de poucos dias. Geralmente, três a cinco dias.

• O objetivo é pegar um ativo que supostamente terá uma semana positiva.

• Se acertamos a pegada, é possível ganhar de 4% a 12% na semana.

• Neste caso, não preocupamos muito com as pequenas correções e deixamos o papel
 “flutuar” um pouco mais.

• O segredo, é pegarmos bem, e uma vez que o valor do papel está acima do preço 
de compra, não nos preocupamos se ele subiu 4,5% no dia e fechou com 2,5% .
Nesse caso, nós, a partir da analise gráfica, permitimos esse recuo, pressupondo
 que embora tenha feito essa pequena correção no diário, ele ainda subirá mais no 
decorrer dos dias.

• O melhor é,, você ir subindo levemente seu stop, até para não tomar 
prejuízo numa operação que já estaria ganha.

• Mas como seu o objetivo é manter posição , deve permitir as correções dos 
60 minutos à vontade.

• É importantíssimo que você visualize e tente enxergar no gráfico aonde será
a resistência dele no semanal. É nesse ponto que você saíra da operação.

• Faz-se necessárioe avaliar os gráficos , mensal ( e os mais importantes)
SEMANAL E DIÁRIO.

• As entradas serão melhores pontuadas pelos gráficos de 60 e 15minutos.

• Mas não esqueçam, se algo der errado, deixe seu STOP armado.

INICIO DA PEGADA PARA O ST ( swing trader ):

- A correção da baixa, ou esse novo canal de alta do ativo, necessariamente 
não começa numa Segunda-feira e termina na sexta. Ele pode começar na terca ou quarta. 
Pode ate começar numa 

Sexta e ir ate a quarta da semana seguinte.

Quem vai nos balizar são os gráficos.

Exemplos de alguns ativos que deram . Swing Trader.

Do dia 12 a 19 /06 a VIVO4 deu de 15% em cinco dias.

Do dia 23 a 25/06 a VALE5 deu 6% em três dias.

Do dia 25 a 30/06 a PETR4 deu 9% em quatro dias úteis.

Do dia 27 a 30/05 a UBBR deu 10% em quatro dias.

Do dia 24 a 30/06 a CRUZ deu 7% em cinco dias.

Swing Trader, é conseguir entrar no início desta tendência, onde haverá um pequeno 
canal de alta, e manter posição por três a cinco dias . Quando o papel,
atinge seu objetivo da correção ou canal de alta, saímos.

Fiquem de olho em qualquer bom ativo que vinha caindo e fez pivot de alta ontem. 
Pode dar entrada.

O que é Position-trade e como operar?

O position trade dura em média de duas a doze semanas. Também pode ir além 
em movimentos bastante incisivos se o stop não for acionado.

A periodicidade de position é muito mais fácil de operar, menos sujeita 
a stops e que gera menor custo em corretagens. O trader que não tem tempo pra
acompanhar o mercado o dia todo só deve pensar em fazer position trade. Basta 
analisar num fim de semana uma pequena lista de papéis, listar os que podem gerar 
compra na semana que vai entrar e colocar uma ordem start de compra no preço desejado.

O trader deve checar no fim do pregão para ter certeza que foi executada a ordem 
de compra em tal papel.
Se atingiu o valor desejado e não foi executada por algum motivo, ele deve enviar 
uma ordem normal de compra.

Em tendências claras de alta, é sem dúvida, a mais rentável, pois estaríamos
acompanhando o movimento mais amplo do ativo, não sendo atrapalhados pelos 
pequenos ruídos, movimentos de correção, normais em qualquer mercado. Estes ruídos, 
muitas vezes, tiram o trader da operação sem necessidade. E como muitas vezes os 
preços não recuam até o ponto desejado, o trader acaba não conseguindo voltar e ficando
 fora daquele movimento.

Sem dúvida, o prazo position não é somente mais adequado pra quem não pode 
acompanhar o mercado o dia todo como pra quem não tem muita experiência em operar.
Melhor aprender a pilotar em um kart que em um F-1

O que são ações small caps?

O mercado acionário é formado por grandes, médias e pequenas empresas. 
As ações negociadas na bolsa de valores são divididas pelo tamanho das
empresas que representam. Há pelo menos três grupos principais: 
small caps, mid caps e as blue chips.

Vamos começar entendendo as menores, small caps. O termo vem do inglês 
small (pequena) cap (capitalização), ou seja, empresas com pequeno valor
de mercado. Elas também são conhecidas como ações de segunda ou terceira linha. 
Porém, não entenda segunda linha como um termo pejorativo, muito pelo contrário.

Algumas ações são chamadas de small caps porque não têm a mesma liquidez
de ações de empresas maiores, de primeira linha. Seu volume de negócios 
é menor se comparado às de primeira linha.
Não existe uma norma para definir quais são os parâmetros para classificar
uma ação como uma ação small cap. Os critérios variam entre os gestores de 
fundos de ações. Alguns incluem todas as empresas com valor de mercado abaixo
de R$ 3 bilhões, outros, abaixo de R$ 5 bilhões. Há fundos americanos que 
adotam o corte entre US$ 500 milhões e US$ 2 bilhões. Ou seja, o conceito de 
baixo valor de mercado varia muito de instituição para instituição.

Já alguns gestores brasileiros escolhem os papéis para compor carteiras de fundos de ações classificados
 como small caps levando em conta o potencial de alta dessas ações, a partir das projeções de fluxo de 
caixa calculadas por analistas. Eles também avaliam o volume de negociação dessas ações na bolsa, bem
 como comparam o desempenho das ações do mesmo setor no Brasil e no exterior.

Fundos de Ações
A nova classificação de fundos de ações da Anbid estabelece critérios para a 
composição das carteiras dos fundos de ações do tipo small caps e ajudam o investidor 
a identificá-los no mercado, porque agora também devem apresentar esta classificação
no nome do fundo. Pela classificação, small caps 
são aqueles fundos cuja carteira investe, no mínimo, 90% em ações de empresas 
que não estejam incluídas entre as 25 maiores participações do Índice Brasil 
(IBrX). Ou seja, ações de empresas com baixa e média capitalização de mercado.
Os 10% remanescentes podem ser investidos em ações de maior liquidez ou grande 
capitalização de mercado, desde que não estejam incluídas entre as 10 maiores
participações do IBrX.

Contudo, mesmo tendo no momento atual baixa liquidez e baixo valor de mercado, as 
small caps podem apresentar uma potencial valorização acima da média do mercado.
 Contudo para que haja efetivamente boa valorização no médio e longo prazos, a 
empresa deverá ter boa gestão, estar atuando em um ramo em franca expansão e 
obtenha sucesso em seu setor de atividade. Além disso, as ações dessas companhias 
podem acompanhar a alta dos papéis mais líquidos e no futuro serem fortes candidatas 
a se tornarem ações blue chips.

 	Diferenciando as ações Mid Caps das Blue Chips

O termo em inglês “mid cap” vem de middle capitalization (média capitalização)
e serve para definir empresas com valor médio de mercado. Assim como no caso
das small caps, não há legislação ou regra fixa para enquadrar as empresas
na categoria mid caps. Os parâmetros variam entre as diversas bolsas 
de valores pelo mundo e entre os gestores dos fundos de investimento.

Alguns gestores americanos consideram mid caps empresas com valor de mercado 
entre US$ 2 e US$ 10 bilhões de dólares. Outros gestores de fundos brasileiros 
colocam neste grupo as companhias com valor entre R$ 5 bilhões e R$ 20 bilhões 
e um volume diário de negociação em bolsa entre R$ 5 milhões e R$ 25 milhões.

Na definição da Euronext (grupo de bolsas de valores da Europa e dos 
Estados Unidos) são consideradas mid caps as empresas com capitalização entre 
150 milhões e 1 bilhão de Euros. O cálculo de valor de mercado é feito multiplicando-se 
o número total de ações da empresa pelo preço da ação.

No jargão do mercado financeiro as mid caps são ações de segunda linha.
É importante entender segunda linha como uma questão apenas de tamanho e não 
de qualidade da empresa. Muitos analistas creem que há várias empresas de segunda
 linha com ótimo potencial de valorização futura. Portanto, acompanhe os resultados
e os fundamentos dessas empresas pela imprensa ou pelos relatórios dos bancos.

Mas o que são blue chips?

O termo em inglês “blue chips” é usado para definir as ações de 
grandes empresas, normalmente mais estáveis e de maior liquidez. 
Essas ações refletem o sucesso das companhias emissoras em seus
mercados. São as mais negociadas na Bolsa e, em geral, negociadas
 a um preço mais alto.

Por terem mais liquidez e representarem o maior volume de 
negociação na Bolsa, as blue chips têm um peso importante na 
composição do Índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Ibovespa).
Repare que o Ibovespa não é composto somente pelas blue chips, mas 
também pelas mid caps. Entretanto, todas as blue 
chips do mercado brasileiro fazem parte do índice.

As blue chips (também conhecidas como ações large caps) são 
normalmente chamadas de ações de primeira linha, como uma forma de
diferenciá-las das ações de terceira e segunda linha, as small caps
e mid caps.

Mas o que são blue chips?
O termo em inglês “blue chips” é usado para definir as ações de grandes 
empresas, normalmente mais estáveis e de maior liquidez. Essas ações 
refletem o sucesso das companhias emissoras em seus mercados. São as mais 
negociadas na Bolsa e, em geral, negociadas a um preço mais alto.

Por terem mais liquidez e representarem o maior volume de negociação 
na Bolsa, as blue chips têm um peso importante na composição do 
Índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Ibovespa). Repare que o Ibovespa
não é composto somente pelas blue chips, mas também pelas mid caps. 
Entretanto, todas as blue chips do mercado brasileiro fazem parte do índice.

As blue chips (também conhecidas como ações large caps) são normalmente
chamadas de ações de primeira linha, como uma forma de diferenciá-las das
ações de terceira e segunda linha, as small caps e mid caps.

 	Você sabia....

O termo blue chip tem origem nos cassinos norte-americanos, onde são 
distribuídas várias fichas (chips) aos jogadores, e as fichas de cor 
azul (blue) são as mais valiosas. Daí o nome para os papéis mais 
valiosos da Bolsa.
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